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Vitor Medeiros fala de suas ideias ao Taboão Digital

 

Vitor Medeiros e João Doria, semelhanças... (Foto Taboão Digital e Jornal Metro, arte Taboão Digital)

Vitor Medeiros e João Doria, semelhanças… (Foto Taboão Digital e Jornal Metro, arte Taboão Digital)

Vitor Medeiros, seria o “João Doria” de Taboão? Talvez…sim,  talvez não… veja o que você conclui com as ideias dele aqui no Taboão Digital.

Se em São Paulo o empresário e apresentador João Doria tem, segundo o DataFolha, brigado entre os líderes da corrida eleitoral…

…em Taboão, Vitor Medeiros, uma espécie de “sósia”, ao menos em algumas propostas de levar a expertise como empresário para a administração pública, não podemos dizer, com segurança, sobre sua aceitação entre a população, já que nenhuma pesquisa (séria) foi realizada na cidade. Pesquisa registrada então…

Vitor é candidato a prefeito pelo PSL, tem Gilda do Samba do PMB como vice.

No início da entrevista, nossa brincadeira de sempre:

 

 

Ouça o que nos disse Vitor Medeiros, em dois Podcasts (é só clicar e ouvir)

vitor pod cast

 

“O que mais me provocou a dirigir um projeto partidário em Taboão da Serra foi justamente ver que o morador não tem liberdade de trabalhar na sua cidade, porque não tem emprego”, afirmou Vitor. Ele disse que dará incentivos para atrair novas companhias. “O projeto do PSL para a indústria é liberal. Não precisa gastar nada para trazer empresa para Taboão, temos na Constituição a lei tributária. A isenção de impostos é para quem quer o progresso da cidade”, disse.

O candidato condenou o aumento de impostos municipais para empresas, aprofundado no governo Evilásio Farias (PSB) com a revisão da planta de valores em 2010. “Poderia ter aumentado o IPTU, mas devia ter isentado as empresas, deixado do jeito que estava. Perdemos muitas empresas, a Niasi, Keiko, Giroflex, Abbott, Escriba. A incompetência de administrações anteriores e da atual de aplicar o aumento para as empresas foi um tiro no pé do trabalhador”, disse.

Ele disse que a carga de impostos custou nova perda há 30 dias. “Uma empresa de um amigo meu queria vir de Barueri [SP] para cá e esbarrou na alta faixa tributária de Taboão, uma das mais altas do Brasil”, disse. Citou que a Niasi deixou Taboão após o IPTU “ir de R$ 700 mil para R$ 2,5 milhões ao ano”. “E não posso trazer empresa para o lugar, mudaram o zoneamento da área onde tinha 2 mil empregos para prédios de moradia que não dão 200 empregos”, reclamou. (trecho de entrevista veiculada pelo Verbo Online, candidato reforçou o que disse ao Taboão Digital)

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