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Porque o Brasil enfrenta queda na taxa de vacinação

A diminuição do alcance da vacinação sobre os brasileiros cria o risco de doenças antigas voltarem a atingir a população, principalmente crianças.

Rubéola, sarampo e a caxumba são enfermidades pouco contraídas, mas fatais.

A poliomielite, erradicada desde 1990, teve apenas 84% de crianças vacinadas, a menor taxa dos últimos doze anos; contra meta de 95%, recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

A vacinação é uma forma de imunização e proteção da população. O Brasil é modelo internacional nesta área, oferecendo 27 vacinas gratuitas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A diminuição do alcance das vacinas pode ser resultado do desabastecimento de postos de saúde, falta de recursos para investimento em programas públicos e recusa dos pais em vacinar seus filhos.

A preocupação do país é a criação de grupos suscetíveis a estas doenças antes controladas, o que pode ocasionar em um surto de grandes proporções.

A enfermeira Roseli Ramos, da Clínica Médica A Saúde, em Taboão da Serra, explica que a vacinação é uma forma de estimular a formação de anticorpos sem que a pessoa fique doente. “Dessa forma, a pessoa fica protegida contra doenças”, diz.

O combate dessa queda é essencial para a proteção da população e a prevenção de epidemias.

“É um meio acessível e com bons resultados”, completa a especialista. “Por isso, é importante que crianças, adultos e idosos mantenham sua carteira de vacinação atualizada”.

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